Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 12 de março de 2012
Matéria publicada pelo Jornal Estado de Minas diz que substância extraída de árvore de origem asiática é alternativa ao uso de agrotóxicos. No Brasil, pesquisas começaram em 1986 e avançam para obter aproveitamento máximo.
Alimentação saudável é meta de quase todas as pessoas, mas a pergunta nunca se cala, em suas diferentes versões: como ter a convicção de que não estamos ingerindo também agrotóxicos junto ao sabor adocicado da maçã? Não haveria pesticidas entre o betacaroteno e o potássio daquela cenoura na prateleira do verdureiro? O que dizer da salada multicor? Feijão, arroz e milho também entram no rol dos potenciais suspeitos. E assim ficamos com essa eterna desconfiança.
Numa análise fria, agrotóxico é aquilo que se chama de mal necessário. Para que as lavouras produzam o máximo possível, sem repartir nada com as pragas, ele entra em cena para combater insetos, fungos e bactérias. Porém, o veneno que o agrotóxico carrega nunca sai inteiramente do alimento produzido e alguma coisa vai, por certo, para dentro do seu estômago, porta de entrada para possíveis enfermidades. Há fatores econômicos e sociais nessa lógica perversa. Com produção de larga escala, a comida tende a ser mais barata e alimentar muito mais bocas.
Para evitar o consumo embutido de agrotóxicos nos vegetais há a alternativa dos alimentos orgânicos, produzidos sem uso de veneno algum. Mas eles são mais caros, nem sempre estão disponíveis e, em alguns casos, não se pode ter total certeza de que são realmente orgânicos. A solução seria, então, um produto natural para combater as pragas, sem uso de veneno químico. Nessa seara, o extrato retirado da árvore neem, ou nim (Azadirachta indica), surge como uma boa solução e é considerado uma fonte promissora para a produção de inseticidas orgânicos.
Na agricultura, o óleo extraído do miolo das sementes dessa árvore, originária do Sudeste da Ásia, da família Meliaceae, é aplicado para o controle de pragas, agindo sobre cerca de 400 espécies de insetos, como informa a pós-doutora em química orgânica Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva, professora do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior paulista. Ela coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Controle Biorracional de Insetos, que tem por objetivo estudar compostos não tóxicos ao ser humano e que possam controlar doenças e o comportamento de pestes na agricultura.Maria Fátima levanta uma questão interessante ao demonstrar que, diferentemente do que muitos pensam, na lavoura inseto bom não é inseto morto. Ou pelo menos não todos mortos. Questionada se o extrato da neem seria um substituto definitivo para os agrotóxicos, ela desmonstra que, no caso das pragas, os insetos não são somente vilões. Segunda a professora, “o mecanismo ideal para se combater uma praga é controlar sua população no local da plantação de interesse.
Diminuir a população dos insetos em uma plantação é ambientalmente mais interessante do que sua eliminação completa, pois esses podem ser o vetor de uma doença para uma determinada planta e ao mesmo tempo o polinizador de outra”, esclarece. A pesquisadora afirma que a eliminação total significaria perdas ambientais maiores na região em que o inseto não é uma praga, mas um polinizador. Maria Fátima acredita que conscientizar o agricultor sobre o controle da biodiversidade requer ainda muito tempo, pois em geral isso diminui seu lucro imediato.
“Embora ambientalmente mais saudável, o controle biorracional de pragas enfrenta um grande obstáculo para sua aplicação, que é a resistência dos produtores rurais. Essa é a maior barreira, não apenas no Brasil, mas em vários países. Muitos produtores consideram mais fácil a aplicação de inseticidas e a eliminação completa do inseto causador do problema, ainda que ele seja importante para outras culturas”, explica Maria Fátima.
Plantação no brasil
No Brasil, as primeiras introduções da árvore neem – feitas de forma oficial – foram pela Fundação Instituto Agronômico do Paraná,
em 1986, com sementes procedentes das Filipinas e, em 1989, com sementes da Índia, Nicarágua e República Dominicana. Na década seguinte, suas propriedades se tornaram mais conhecidas, dando início a plantios comerciais em diversos estados. Além do inseticida orgânico, a árvore fornece matéria-prima para fabricação de
xampu anticaspa e seborreia, desodorante, pasta dental e cremes. Especialistas apontam que sua extração no Brasil ainda precisa de ajustes. O óleo extraído por aqui, por exemplo, tem seu princípio ativo (a azadiractina) degradado quando exposto ao sol.
Mas o projeto de pesquisa conduzido na Universidade Federal de
São Carlos (UFSCar) conseguiu otimizar o processo de extração e, por meio da nanoencapsulação do óleo, preservar as propriedades inseticidas do neem.
Três perguntas para…
Maria Fátima das Graças Fernandes
pós-doutora em química orgânica e professora da ufscar
O extrato do neem é a melhor alternativa natural conhecida para combate às pragas da lavoura? Quais são essas pragas?
O grande interesse atual nas pesquisas envolvendo o neem, principalmente no mundo ocidental, são suas propriedades inseticidas. Cerca de 400 espécies de insetos foram relatadas como sensíveis a algum tipo de ação do neem. Diversos foram os efeitos encontrados, sendo muitos desses resultados obtidos no Brasil. Muitos bioinseticidas preparados com o neem podem ser encontrados no mercado. No Brasil, embora diversas empresas estejam produzindo o óleo, elas ainda não conseguiram registros como produtos agrícolas, sendo comercializados como óleo vegetal. Os bioinseticidas apresentam vantagens no uso por ser menos poluentes e menos tóxicos ao homem, com baixo poder residual, de baixo custo e com possibilidades de serem produzidos localmente. Os produtos são praticamente inócuos ao ambiente e ao homem, são totalmente biodegradáveis e com baixa persistência no ambiente. Além da ação contra insetos, o neem tem efeitos sobre outros organismos, incluindo nematoides, fungos, vírus, protozoários etc.
Como andam as pesquisas no Brasil?
A aplicação de inseticidas comuns pode resolver a incidência de doenças em uma determinada plantação, mas traz uma série de outros efeitos indesejáveis ao meio ambiente. Eliminar o inseto transmissor pode afetar a reprodução de outras espécies vegetais que dependem daquele inseto para a polinização. Além disso, resquícios dos inseticidas empregados não são biodegradados, permanecem na planta e podem contaminar a alimentação humana, solo e rios. No Brasil, oito unidades de pesquisa de cinco estados se uniram para formar o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Controle Biorracional de Insetos Pragas, com a proposta de desenvolver soluções para problemas que atingem a agricultura brasileira.
Existem outros extratos (de plantas) que podem ter o mesmo papel no combate às pragas?
Um segundo grupo de extratos de plantas usados como inseticidas são espécies de Derris e Lanchocarpus(Leguminosae/Fabaceae), ricas em rotenoides, que apresentam atividade inseticida frente a um número grande de insetos. Contudo, trabalhamos principalmente com as Meliaceae. Os resultados de ensaios com várias substâncias e extratos de plantas da família Meliaceae, realizados pelo nosso grupo e citados na literatura, mostraram que as perspectivas para a obtenção de candidatos a inseticidas são muito boas, visto que algumas tiveram comportamento semelhante a alguns inseticidas empregados e disponíveis no mercado. Porém, com a vantagem de que estudos realizados por nós mostraram que a classe de compostos com potencial inseticida presente na Meliaceae, limonoide, é em geral biodegradável e quase sem efeito tóxico sobre os mamíferos.
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 8 de março de 2012
De acordo com o Diário do Nordeste no site globo.com, o projeto dos mais significativos para a saúde coletiva começa a ser executado para assegurar à rede hoteleira, de restaurantes, lanchonetes e supermercados o fornecimento de alimentos orgânicos por ocasião da Copa do Mundo de 2014.
A iniciativa é do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará, da Secretaria de Pesca e Aquicultura e do Conselho de Políticas Públicas e Meio Ambiente (Conpam). Pela sua relevância para a saúde, todo alimento natural deveria ser orgânico.
Atualmente em franca expansão nos mercados consumidores, o alimento orgânico é aquele produzido sem a adição de substâncias tóxicas quando de seu plantio e colheita. Por questões de herança cultural, o agricultor brasileiro habituou-se a combater as pragas dos campos de produção com o uso do variado cardápio de agrotóxicos disponíveis no mercado, apesar da proibição para seu comércio nos países desenvolvidos.
A opção pelos defensivos agrícolas fez do Brasil um dos líderes mundiais na importação dos agrotóxicos, comprometendo, com o seu uso, a qualidade dos alimentos, a saúde dos trabalhadores, dos consumidores e dos cursos d´água atingidos pelas embalagens das substâncias tóxicas.
A falta de conhecimento do produtor sobre as consequências dos “remédios” para combater as pragas e de controle sobre sua comercialização tem preocupado os centros universitários voltados para a pesquisa médica sobre seus efeitos. As maiores universidades mantêm linhas de pesquisas, mapeando os efeitos maléficos e divulgando as consequências como prevenção.
Os malefícios das drogas já foram identificados, em grande extensão, no Vale do Jaguaribe, na Serra do Apodi e na Serra da Ibiapaba, especialmente nos cultivos de frutas e de verduras. Os centros médicos dispõem de pesquisas documentadas sobre os prejuízos causados pelos agrotóxicos à saúde, afetando a partir do sistema nervoso central.
Há igualmente linhas de pesquisa para a substituição do agrotóxico por defensivos naturais, como a manipueira, sem provocar prejuízos à saúde. Nesse ponto, o Ceará lidera na descoberta de sucedâneos naturais para o veneno das plantas. No entanto, não encontra apoio institucional para expandir seu consumo.
A produção de orgânicos no Ceará começou timidamente, mas, aos poucos, vem-se desenvolvendo e ainda é insignificante, se comparado com o tamanho das glebas habituadas com o uso de defensivos agrícolas. Os orgânicos ocupam 13 mil hectares, embora as terras restantes, ocupadas com o padrão de agricultura tradicional, sejam da ordem de dois milhões de hectares.
O grupo encarregado de expandir a produção e o consumo de alimentos orgânicos no Ceará pretende reunir-se com as redes hoteleira, de supermercado, de restaurantes, bares e lanchonetes com o propósito de difundir a necessidade de mudança do consumo dos produtos agrícolas que não sejam os orgânicos, para oferecer maior qualidade nos alimentos por ocasião dos jogos.
Para os produtores, há oferta abundante de crédito agrícola oriundo do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. A produção orgânica, portanto, isenta de agrotóxicos, deveria ser uma exigência do plano agrícola governamental. A Copa do Mundo poderá ser o momento inicial do esforço coletivo em prol da saúde pública.
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 23 de fevereiro de 2012
Hoje 88% da população da Alemanha vive em cidades e apenas 5,8% das terras do país é cultivada ecologicamente, enquanto a maioria das frutas e vegetais tornaram-se disponíveis durante todo o ano, estamos perdendo contato com a forma como foi cultivada, colhida e transportada.
O que esse designer fez, foi trazer o cultivo para dentro de casa no formato de estante, entre livros e acessórios.
Outra invenção é uma estrutura que recolhe todo os resto orgânico consumido na casa, ele serve de adubo para sua horta. Isso sim é sustentabilidade dentro de casa.
Vale a pena conferir: http://www.revelandoideias.com.br
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 15 de fevereiro de 2012
Uma bióloga (Márcia Marques), duas nutricionistas (Carla Parreira e Vanusa Bordon) e uma idéia deliciosa! Hortinhas orgânicas fofas e prontas para quem deseja uma vida mais saudável com produtos frescos, livres de agrotóxicos e plantados dentro de casa; mas dispõe de pequenos espaços! É a iniciativa da Dona Horta de Belo Horizonte! “O plantio de hortas suspensas é ideal para quem tem pouco espaço como um corredor, a sacada de um apartamento ou um pequeno quintal, mas quer tornar uma área da casa funcional com cheiros e sabores que melhoram a vida de quem cultiva”, segundo a bióloga da Dona Horta. 
E para prevenir ou combater eventuais pragas que ataquem essas hortinhas, nada melhor que o novo Organobat. Produto recém lançado no mercado pela empresa Biofert, registrado no Ministério da Saúde e certificado para cultivo orgânico pelo IBD. O Organobat é à base de óleo de neem, citronela, pimenta, sabão de côco e óleo vegetal não transgênico.
Vale conferir: http://donahorta.com.br e www.organobat.com.br.
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 7 de fevereiro de 2012
As superstições, de modo geral, podem ser classificadas como religiosas, culturais e pessoais. No Brasil existem muitas lendas e crendices em relação às plantas. Plantas tituladas como protetoras, benfazejas, consagradas, casamenteiras e as que trazem sorte.
Há pessoas que por superstição recomendam perfumar a roupa branca dos recém-nascidos com a alfazema (também conhecida como lavanda) para protegê-las do quebranto (o mau-olhado). Contra o mau olhado várias pessoas usam a arruda, indicada para espantar os maus espíritos da casa. Não podemos esquecer a pimenta que também afasta todo o mal. Sabe aquela expressão “seca até pimenteira”? Vem da crença de que, se uma pessoa tem uma péssima intenção, a pimenta absorverá todo esse mal, mas conseqüentemente, ficará seca. Outros dizem que, por sua cor viva e chamativa, a pimenta atrai todos os olhares para si. Se tiver más intenções, a energia ruim desse olhar será sugada pela plantinha.
Espada de são jorge, comigo – ninguém- pode e a guiné, aparecem com freqüência em portas e soleiras de casas para proteção dos moradores e em estabelecimentos comerciais, para trazer e garantir bons negócios.
Além de sorte muitos acreditam que o alecrim, devido ao seu cheiro muito ativo e durável atrai namorados (as), futuros maridos ou esposas.
Plante a sorte em sua casa! O trevo de quatros folhas para muitos traz a sorte e a felicidade, e para quem acredita nesta afirmação basta comprar e cultivá-lo. O trevo multiplica-se por bulbos, plante-o em vasos pequenos com terra vegetal e o mantenha constantemente úmido até a germinação. É uma planta muito resistente e gosta de sol direto.
Para quem acredita nisto, estas plantas são facilmente encontradas em floriculturas e até mesmo supermercados, que inclusive vendem um vaso com todas elas plantadas juntas, formando um verdadeiro “kit protetor”. E pra quem não acredita as plantas podem ser um acessório de decoração, deixando sua casa bela e perfumada.
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 26 de janeiro de 2012
Participe do festival de Orquídeas que acontecerá nos dias 4 e 5 de fevereiro no Orquidário C3M.
No evento haverão plantas em exposição, a venda e também palestras gratuitas.
Entrada franca.
Horário: 9:00 às 17:00
Endereço: Rua José Viana de Matos, 137 Centro- Lagoa Santa- MG
Telefone: (31) 3681-2443
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 9 de janeiro de 2012
As plantas são minha paixão e também meu trabalho. Sou aromaterapeuta e pesquisadora da destilação de óleos essenciais e hidrolatos de plantas, flores e ervas medicinais e priorizo o cultivo biodinâmico para este fim. Em meu sítio, na Serra Azul, tenho um viveiro de ervas medicinais e cultivo também orquídeas das quais utilizo seus florais em meus produtos e pesquisas.

Em meu cultivo é de extrema importância o uso de produtos que não agridem minhas plantas e também o meio ambiente, pois o que priorizo é a integração do homem com a natureza.
Conheci os produtos da Biofert há 2 anos e venho utilizando-os com excelentes resultados. Para afastar os insetos, utilizo o Combat da Biofert 1 vez por semana em todas as minhas plantas e como fonte nutricional utilizo o Biofert orquídeas e o Biofert Universal também 1 vez por semana após a rega.

Tenho observado que as plantas além de apresentarem uma aparência mais saudável e feliz também estão produzindo maior quantidade de óleos essenciais e as orquídeas têm apresentado maior quantidade de botões florais e suas folhas e raízes estão bem mais saudáveis.
Parabéns à Biofert por sua pesquisa e dedicação ao cultivo biodinâmico fundamental para o equilíbrio integral do homem, da natureza e de todo o ecosistema. Isso sim é ser sustentável e ecologicamente correto!!!

Malu Haddock Lobo
Aromaterapeuta e pesquisadora da destilação de óleos essenciais
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 10 de dezembro de 2011
É um privilégio para todos apreciar uma bela paisagem, não é?
Nas grandes capitais em que as construções ocupam a maior parte dos espaços, investir nos jardins em casa é uma ótima opção para manter a natureza sempre por perto. Fazê-lo de uma forma harmoniosa que traga bons fluídos, descanso e qualidade de vida para sua casa é muito importante. Além, de saber cuidar para mantê-lo sempre belo.
No Jornal Hoje passou uma ótima matéria que pode te inspirar a investir no seu jardim, tanto para quem tem um espaço maior quanto pra quem tem somente uma varanda. Se você não viu a matéria hoje, confira:
Aproveite para começar!!
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Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 6 de dezembro de 2011
No festival de orquídeas do Orquidário Oriental que continua neste próximo final de semana, muita coisa bonita para se ver. Ananda Apple mostrou algumas dicas. Não perca!
Aproveite e veja na matéria uma árvore de natal enfeitada com orquídeas.
Ótima ideia!!
Festival de Orquídeas
Dia(s): 03,04, 10 e 11 – 09h às 17h
Orquidário Oriental
Estrada São Bento-Lambari, Km 27 , B° Itapeti – Mogi das Cruzes
Estacionamento gratuito e a entrada é franca!
Postado por : Planta é bom demais Dia: ● 7 de novembro de 2011
Neste sábado no programa Terra de Minas, da Globo, passou uma matéria especial sobre a relação dos orquidófilos com suas orquídeas.
Espaços em casa cheios de plantas mostram porque essa paixão por orquídeas contagia a todos.
Vejam a matéria:
Lembre-se de manter uma adubação completa para suas orquídeas estarem sempre belas, use Biofert Orquídeas.
Aproveite para entender melhor porque a planta precisa de tantos nutrientes leia também a cartilha sobre Nutrição de Orquídeas.